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Sexta-feira, 10 de julho de 2009 - 22:30:07 | |||
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Caros,
COFEN FERE ÉTICA: ENFERMEIRO NÃO PODE MAIS APLICAR AUTO-HEMOTERAPIA
protocolei na tarde desta sexta-feira (10/07/2009) sob o número PR/2009.045163 no Ministério Público Federal (MPF), o documento abaixo encaminhado à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, em Brasília.
O recurso abaixo referido está, entre outros, no endereço http://www.orientacoesmedicas.com.br/opiniao_integra.asp?cdg=1515&u=1458
E, a denúncia inicial contra a Anvisa e o CFM na Procuradoria da República pode ser lida em:
http://campanhaauto-hemoterapia.blogspot.com/
http://docs.google.com/Doc?id=ddq5qwkp_62fcgmkkfk
http://www.orientacoesmedicas.com.br/opiniao_integra.asp?cdg=1380&u=15
http://www.rnsites.com.br/ style="COLOR: black; BACKGROUND-COLOR: #ffff66">auto-hemoterapia-dena.htm
http://www.geocities.com/autohemoterapiabr/denuncia_de_crime.pdf
À luta, todos.
Ubervalter Coimbra.
À Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão Brasília - DF Att: Subprocuradora-Geral da República, Gilda Pereira Carvalho.
COFEN FERE ÉTICA: ENFERMEIRO NÃO PODE MAIS APLICAR AUTO-HEMOTERAPIA
O cidadão que assina esta denúncia requer a inclusão do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) no rol dos órgãos que afrontam a Constituição Federal ao proibir aos enfermeiros do país aplicar a técnica conhecida como auto-hemoterapia, que aumenta a imunidade em quatro vezes. A afronta à Carta Magna foi denunciada através da ES, protocolo de nº 2008.027700, de 09/12/2008, encaminhado em grau de recurso a esta Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão.
Por tal crime foram denunciados ao MPF a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por sua Técnica nº 01, de 13/04/2007, e o Conselho Federal de Medicina (CFM), por seu Parecer n° 12/07, ambos deletérios aos interesses dos brasileiros, pois impedem o acesso aos benefícios da auto-hemoterapia.
A razão deste requerimento é a mudança de posição do Cofen em relação a auto-hemoterapia. Ao invés de simplesmente não recomendar tal prática, decisão divulgada em 1/4/2007, o Cofen, pela ÇÃO COFEN Nº 346/2009, datada de de maio de 2009, íbe os enfermeiros brasileiros de executar tal prática. A decisão do Cofen é assentada em um gigantesco castelo de desrespeito à Ciência, inclusive a produzida por enfermeiros, e deixa milhões de brasileiros ao desemparo da assistência destes profissionais, colocando muitos pacientes em risco de vida, pois a técnica é vital para muitos. Daí decorre a necessidade da urgente intervenção desta Procuradoria, para reenquadrar o Cofen, bem como a Anvisa e o CFM, na Lei.
Excelentíssima senhora Procuradora Federal: a posição do Cofen em relação ao auto-hemoterapia era a seguinte, como se vê no endereço : “Notícias Cofen
Data Publicação: 1/4/2007 | 10:41 O Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) não recomenda a prática do procedimento de Auto-Hemoterapia pelos profissionais de Enfermagem.Trata-se de um tratamento médico para o qual não há consenso técnico e científico e nem aprovação dos conselhos profissionais da área saúde, em relação aos seus possíveis efeitos benéficos. (Este comunicado foi publicado no jornal Correio Braziliense - Distrito Federal, em 31 de março de 2007)”.
Ora, tal posição não impedia os enfermeiros que quisessem aplicar a auto-hemoterapia de realizar a providência. E muitos brasileiros foram beneficiados com a decisão de profissionais de enfermagem de cumprir seus deveres para com a saúde de seus pacientes.
Ocorre que, desde 27 de maio de 2009, é outra a postura do Cofen. Vejamos o que está contido em em cofen.gov.br/2007/materias.asp?ArticleID=9371§ionID=34 : “RESOLUÇÃO COFEN Nº 346/2009
“Proíbe a prática da auto-hemoterapia por profissionais de enfermagem”
O Conselho Federal de Enfermagem – COFEN, no uso de suas atribuições legais e regimentais, comandadas pela Lei nº 5.905/1973, e:
CONSIDERANDO o disposto no art. 8º da Lei 5.905/73; CONSIDERANDO o disposto no art. 13, V da Resolução COFEN nº 242/00 que outorga competência ao Conselho Federal de Enfermagem para estabelecer diretrizes gerais para disciplinar, normatizar e fiscalizar o exercício profissional e ocupacional na área da Enfermagem; CONSIDERANDO as conclusões do Parecer Técnico da Câmara Técnica de Pesquisa de 20/02/2009 que esclarece “que nenhuma diretriz nacional ou internacional inclui a auto-hemoterapia como recurso terapêutico e, por conseguinte, não há estudos confiáveis e com força de evidência científica elevada que indiquem ser a auto-hemoterapia propriamente dita um procedimento efetivo e seguro”; CONSIDERANDO que a Nota Técnica ANVISA nº 01 de 13/04/2007 estabelece que “o procedimento ´auto-hemoterapia´ pode ser enquadrado no inciso V, Art. 2º do Decreto 77.052/76, e sua prática constitui infração sanitária, estando sujeita às penalidades previstas no item XXIX, do artigo 10, da Lei nº. 6.437, de 20 de agosto de 1977”. CONSIDERANDO a deliberação do Plenário do COFEN, na 373ª ROP; CONSIDERANDO tudo o que consta do PAD nº 063/2009;
RESOLVE:
Art. 1º É proibida a prática da auto-hemoterapia por profissionais de enfermagem, em todo o território nacional. Parágrafo único – a prática da auto-hemoterapia por parte dos profissionais de enfermagem caracteriza infração ética sujeita às sanções disciplinares, prevista na Resolução COFEN nº 311/2007 (Código de Ética dos profissionais de enfermagem)
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
Brasília (DF), 27 de maio de 2009.
Manoel Carlos Néri da Silva COREN-RO n.º 63.592
Presidente
GELSON LUIZ DE ALBUQUERQUE
COREN-SC nº. 25.336
Primeiro-Secretário”.
Ainda em seu site, o Cofen informa em 10/6/2009: “Foi publicada nesta segunda-feira (08/06) no Diário Oficial da União, a resolução COFEN nº 346/2009, que trata de vedação a prática da auto-hemoterapia. O Conselho Federal de Enfermagem, como órgão que disciplina, normatiza e fiscaliza o exercício do profissional de enfermagem, proibiu o exercício da auto-hemoterapia por esses profissionais em todo o país. A prática da auto-hemoterapia caracteriza infração ética sujeita às medidas disciplinares, prevista no Código de Ética dos profissionais de enfermagem.
O Parecer Técnico da Câmara Técnica de Pesquisa de 20/02/2009 esclarece que "nenhuma diretriz nacional ou internacional inclui a auto-hemoterapia como recurso terapêutico e, por conseguinte, não há estudos confiáveis e com força de evidência científica elevada que indiquem ser a auto-hemoterapia propriamente dita um procedimento efetivo e seguro". A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabeleceu que "o procedimento 'auto-hemoterapia' pode ser enquadrado no inciso V, Art. 2º do Decreto 77.052/76, e sua prática constitui infração sanitária, estando sujeita às penalidades previstas no item XXIX, do artigo 10, da Lei nº. 6.437, de 20 de agosto de 1977".
A auto-hemoterapia consiste em retirar 5, 10 ou 20 ml de sangue de uma veia e aplicar no músculo, com o intuito de criar mecanismos de defesa do organismo, diminuindo o risco de uma série de doenças.
Segundo o Presidente do COFEN, Manoel Neri, a prática constitui um risco à saúde pública, motivo pelo qual o COFEN editou a norma em comento.” Ver em
Os conselheiros que aprovaram a posição do Cofen, bem como os signatários da medida publicada, os srs. Manoel Carlos Néri da Silva e LUIZ DE ALBUQUERQUE, não se constrangeram em transcrever, literalmente, trecho do Parecer do CFM para atentar contra a saúde dos brasileiros:
Trecho da resolução Cofen: “... CONSIDERANDO as conclusões do Parecer Técnico da Câmara Técnica de Pesquisa de 20/02/2009 que esclarece “que nenhuma diretriz nacional ou internacional inclui a auto-hemoterapia como recurso terapêutico e, por conseguinte, não há estudos confiáveis e com força de evidência científica elevada que indiquem ser a auto-hemoterapia propriamente dita um procedimento efetivo e seguro...”.
Trecho do Parecer CFM: “...“... Assim, não foi possível obter estudos confiáveis e com força de evidência científica elevada que indiquem ser a auto-hemoterapiapropriamente dita um procedimento efetivo e seguro. O que existe em abundância é uma propaganda na Internet em linguagem inadequada à ciência, às vezes vulgar, desprovida de cultura científica, que pretende convencer pela dramaticidade de relatos de casos isolados sobre uma grande variedade de enfermidades e de estudos carentes de metodologia científica.”
O Presidente do COFEN, Manoel Neri, acredita que “a prática constitui um risco à saúde pública, motivo pelo qual o COFEN editou a norma em comento.”, como informa o site do Cofen.
É de se indagar: risco à saúde pública seria produzir a remissão de sintomas ou curar doenças que a alopatia não cura? Pois foi isto que demostrou a pesquisadora, mestre em enfermagem e enfermeira Telma Geovanini, que relata fantástica remissão de sintomas de esclerodermia em conhecida publicação indexada internacional. “A Revista REFERÊNCIA, em sua última edição - II Série nº 9 Março de 2009 publicou artigo da cientista brasileira Telma Geovanini, que é enfermeira, e do médico, também brasileiro, Manoel Mozart Corrêa Norberto sobre auto-hemoterapia. A Revista REFERÊNCIA é da Escola Superior de Enfermagem da Universidade de Coimbra, Portugal. É uma publicação científica indexada em CUIDEN PLUS, LATINDEX, CINALHL e futuramente em SCIELO, com se anuncia”, diz informe sobre a publicação.
No endereço = a cientista publicou: “ Tratamento da Esclerodermia doença auto imune através da auto-hemoterapia: um estudo de caso clínico Treatment of scleroderma autoimmune disease using autohaemotherapy: a clinical case study Telma Geovanini* Manoel Mozart Corrêa Norberto**
O tratamento de enfermagem e o follow-up médico, foram realizados através de visitas domiciliares à cliente, e obedeceu previamente a um protocolo de avaliação da rede venosa, complementado com registo fotográfico sistemático e progressivo das lesões. A cliente foi submetida exclusivamente à auto-hemoterapia durante 4 meses e limpeza das feridas com solução isotónica de Cloreto de magnésio a 10%. Como resultado deste tratamento, evidenciamos melhora acentuada do quadro clínico e das lesões, com granulação de 70% das áreas afectadas nos membros inferiores e cicatrização total da lesão mamária, conforme evidências fotográficas. . ...”.
Para assegurar a publicação do artigo a pesquisadora cumpriu requisitos feitos pela revista Referência, entre os quais: “... Integrará produções originais, preferencialmente artigos científicos resultantes de investigação empírica em língua portuguesa, inglesa ou espanhola, reservando no entanto um espaço para recensões teóricas, divulgação de programas ou projectos, fichas técnicas e reflexões críticas que se revelem de interesse pedagógico, científico ou histórico para as ciências de enfermagem;
• • Os artigos propostos serão apreciados de forma “cega” pelo Corpo de Peer Reviews, nacional ou internacional, com base em critérios científicos (1 – Clareza e precisão do discurso científico; Problematização e justificação; Adequação do quadro de referência/ fundamentação teórica; Rigor metodológico; Rigor na apresentação e análise de dados; Rigor na discussão de resultados; Rigor das conclusões; Relevância e aplicabilidade dos contributos científicos); ...” É ainda a mesma cientista Telma Giovani que, em artigo publicado Publicado no site do Supremo Tribunal Federal, como se vê no endereço , afirma: “EM DEFESA DA LIBERAÇAO DA AUTOHEMOTERAPIA NO BRASIL MSc.Enf.Telma Geovanini A Auto hemoterapia - AHT é uma técnica bastante antiga. Em 1911 F. Ravaut descreveu seu emprego em diversas doenças infecciosas, especialmente na febre tifóide e nas dermatoses. Era também usada em casos de asma, urticária e estados anafiláticos. TEIXEIRA (1940); REIMANN (1990); SHKMANN (1992). A AHT é uma terapia complementar de baixo custo, que consiste em coletar certo volume de sangue de uma veia periférica do próprio paciente, comumente da prega do cotovelo e aplicá-lo imediatamente em seu músculo (deltóide, ventroglúteo ou dorsoglúteo), sem nada acrescentar ao sangue. Este procedimento estimula o Sistema Retículo Endotelial, quadruplicando o percentual de macrófagos em todo organismo, conforme preconizado por Teixeira (1940), ao comprovar que o Sistema Retículo Endotelial (SRE) era ativado pela AHT em seu estudo publicado e premiado na Revista Brasil - Cirúrgico, em março de 1940. Jesse Teixeira provocou a formação de uma bolha na coxa de pacientes, com cantárida, substância irritante. Fez a contagem dos macrófagos antes da autohemoterapia, a cifra foi de 5%. Após a autohemoterapia a cifra subiu a partir da 1ª hora chegando após 8 horas a 22%. Manteve-se em 22% durante 5 dias e finalmente declinou para 5% no 7º dia após a aplicação. METTENLEITTER (1936). “Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5% .Após a aplicação a taxa sobe e ao fim de 8 horas chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22% para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo.” TEIXEIRA, 1940. – Gráfico 01. GRÁFICO 1. Variação da taxa de macrófagos após aplicação da AHT Fonte: SALOMÃO. S. M. C. e GEOVANINI, T. Autohemoterapia: Relatos de Casos Clínicos. Monografia. Enfermagem – Faculdade de Ciencias da Saude,Juiz de Fora - MG, 2006; 95p. Em seu estudo, o Dr. Jesse Teixeira concluiu que: “As complicações infecciosas - não surgiram em nossos 150 casos. Em vários dos numerosos casos em que deixamos de fazer a autohemotransfusão, a título de contraprova, as complicações infecciosas apareceram, sendo tratadas pela autohemotransfusão curativa em altas doses (40 a 80 cc.)”. TEIXEIRA,(1940; pg 13). Em 1936, Michael Mettenleitte, cirurgião do Pós-Graduate Hospital, de Nova York, assinou o artigo citado pelo Dr. Jesse Teixeira e publicado no "The American Journal of Surgery" (May, 1936 - pág.321), intitulado "Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications". Onde relata: “A administração intramuscular de 20 c.c. de sangue autógeno, após cirurgias, tem efeito estimulante sobre o sistema retículo- endotelial, 0% 5% 10% 15% 20% 25% 1 º Dia 2º Dia 3 º Dia 4 º Dia 5 º Dia 6 º Dia 7 º Dia 8 º Dia bem como sobre o sistema simpático, que aumenta a atividade e resistência dos tecidos”. E afirma: “Este método não é perigoso. Estes procedimentos vem sendo usados em 300 casos, com bons resultados na prevenção de complicações pulmonares pós-operatórias, com evidente redução de embolismo pósoperatório. Os resultados foram encorajadores na pneumonia pósoperatória, furunculoses, bronquites, enfisemas e urticárias”...
No seu artigo, como uma visionária que antecipasse a decisão do Cofen, Telma Giovanini alerta: “...No Brasil, a ausência de protocolos e políticas de saúde relacionadas ao uso da autohemoterapia levou à banalização da prática, aumentando os riscos relacionados ao procedimento de punções venosas e injeções intramusculares, como: lesões de nervos e vasos, necrose tecidual, hematomas e flebites. Embora proibida pelas autoridades sanitárias e Conselhos de Classe, sob alegação de falta de evidências científicas, a prática da AHT se popularizou, criando uma demanda reprimida, que continua fazendo uso da terapia, sem nenhum acompanhamento e controle pelos órgãos competentes. Como resultado dessa prática incontrolável, evidencia-se a real possibilidade de prejuízos para os pacientes, que por não quererem abrir mão da terapia, se submetem à aplicação da mesma de forma clandestina, realizada por pessoas sem preparo específico. Diante do exposto, eu Telma Geovanini, mestre em enfermagem, Coordenadora e Docente da Faculdade de Enfermagem da UNIPAC de Juiz de Fora , venho solicitar a esse Forum, a liberação da Autohemoterapia para o bem da população brasileira. Juiz de Fora, 17 de abril de 2009 Prof.Telma Geovanini”.
Ao pé desta denúncia, transcrevo as publicações que a pesquisadora Telma Giovanini cita para embasar sua opinião.
Telma Giovanini não é uma enfermeira solitária na defesa da auto-hemoterapia. Também em texto brilhante e igualmente publicado no site do Supremo Tribunal Federal (veja em http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/processoAudienciaPublicaSaude/anexo/AutoHemoterapia.pdf) outra grande pesquisadora da técnica, a enfermeira IDA ZASLAVSKY, afirma: “... Como cidadã brasileira, estudiosa e pesquisadora, usuária e enfermeira, venho lhes apresentar informações que podem ajudar no conhecimento da existência de um recurso imunológico eficaz e de benefícios de saúde que faço uso há 16 anos para mim e minha família, bem como ofereço a outras pessoas em forma de tratamento. ...”.
IDA ZASLAVSKYsegue seu raciocínio: “... Há aproximadamente 16 anos, acompanho e participo da grande massa de cidadãos brasileiros que, por todo o País, usam e defendem a liberação dessa terapêutica pelos órgãos de saúde, para que a mesma possa ser indicada por médicos, aplicada por enfermeiros, farmacêuticos e outros técnicos em saúde, principalmente no SUS, sem qualquer tipo de constrangimento, inibição, restrição ou ameaça por parte de Conselhos Profissionais e da ANVISA. Tem, também, convicção de que não há razões éticas, técnicas ou legais para sustentar a proibição da mesma, mantendo-a na clandestinidade, uma vez que continua sendo usada por milhares de pessoas, em todas as regiões do País. ...”.
Assinala ainda que “... Há mais de 100 anos esse tratamento é realizado em diversos países com a efetiva ocorrência de benefícios de saúde e comprovadamente com 0% de existência de efeito colateral, risco de infecções oportunistas pela aplicação, não apresenta contra-indicação e pode ser usado nos setores primários (promoção e prevenção), secundários e terciários de saúde.”.
Para defender: “...ões Considerando o exposto, concluímos que são urgentes a avaliação e autorização desta Terapêutica no Sistema Único de Saúde: • Seja decidido pela permissão do uso da hemoterapia pessoas que desejarem e autorizem aos profissionais de saúde realizar o procedimento, tendo em vista que não se encontra nenhum registro de danos provocados à saúde das pessoas em decorrência do seu uso. • Seja recomendado o estímulo às pesquisas na área de saúde, para comprovar a eficácia desse procedimento, que vem combatendo inúmeras enfermidades há mais de cem anos. • Nada consta que impeça o Enfermeiro de aplicar a Auto-hemoterapia. • O Enfermeiro deve avaliar a sua competência técnica, científica e ética e somente realizar as atividades relacionadas à Auto-hemoterapia quando for capaz de desempenho seguro para si e para as clientes. Essas são, inicialmente, considerações que ofereço a esta Audiência Pública de Saúde no STF, para que se faça Justiça aos brasileiros, para que as autoridades liberem a aplicação da auto- hemoterapia onde houver necessidade comprovada por profissional de saúde e/ou pedido do paciente. Que se possam realizar pesquisas com maior liberdade, formando assim, um protocolo mais seguro para realização do tratamento, ou outras possibilidades de contato mais esclarecedor com essa terapia, ou seja, campos de discussões, palestras, debates entre profissionais de saúde, apresentação de casos e relatos existentes, entre outros. Agradeço o cuidado e atenção. Que Deus ilumine seus caminhos. IDA ZASLAVSKY ENFERMEIRA (COREN-SC 47446)”.
Onde existem enfermeiros que estudam ciência, há defesa da auto-hemoterapia. “PARECER COREN-DF Nº 011/2006
Trata sobre: “Enfermeiro é respaldado ética e legalmente para fazer o tratamento de auto-hemoterapia”. Sra. Thábata Pereira Gomes de Souza, COREN-DF Nº 1136-IP, Estudante de Enfermagem. que não existe legislação que proíbe o profissional de Enfermagem realizar o procedimento. que não existe contra indicação, pois o sangue utilizado é do próprio paciente, sendo compatível com o mesmo. que é um recurso terapêutico de baixo custo, pois consiste em retirar o sangue da veia do paciente e aplicá-lo em seu próprio músculo. que a quantidade varia de 5ml a 20ml dependendo da gravidade da doença a ser tratada. : O sangue (tecido orgânico), em contato com o músculo (tecido extra-vascular), desencadeia uma rejeição, e isso estimula o sistema retículo endotelial. A medula óssea produz monócitos que se dirigem aos tecidos orgânicos, onde recebem o nome de macrófagos. Estes se quadriplicam em todo o organismo, ajudando no tratamento da enfermidade. o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem que versa: Capítulo III Das Responsabilidades – Assegurar ao cliente uma Assistência de Enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência. – Avaliar criteriosamente suas competências técnica e legal e somente aceitar encargos ou atribuições, quando capaz de desempenho seguro para si e para a clientela. Somos de parecer que não há impedimento legal para que os Enfermeiros realizem o procedimento, desde que tenham feito treinamento apropriado e o procedimento seja prescrito pelo médico, entretanto isto não deve ser considerado uma atribuição privativa dos mesmos. Brasília, 04 de dezembro de 2006. Drª Geralda Christina Lins de Oliveira COREN-DF nº 24155 Conselheira”. Este parecer está publicado em http://www.coren-df.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=329:PARECER%20COREN-DF%20Nº%20011/2006%20&catid=38:pareceres&Itemid=73
Para verificar o desespero de um sem número de pessoas que necessitam da auto-hemoterapia para aliviar suas dores, e não encontra médicos ou enfermeiros que os assistam, basta visitar os fóruns de discussão http://inforum.insite.com.br/39550/ e http://www.orientacoesmedicas.com.br/ver_opiniao.htm . Em outros documentos listados na defesa da liberação da auto-hemoterapia, este cidadão que denuncia agora a arbitrariedade e a irresponsabilidade do Cofen, como fez com as lamentáveis posições da Anvisa e do CFM, lista um sem número de publicações científicas que dão clareza que a técnica é benéfica à saúde das pessoas, e que não há registro de efeitos prejudiciais com as aplicações realizadas nestes 110 anos de seu emprego em todo o mundo.
Sra. Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão: o Cofen diz em trecho dos “considerandos” da Resolução que “... não há estudos confiáveis e com força de evidência científica elevada que indiquem ser a auto-hemoterapia propriamente dita um procedimento efetivo e seguro...”. Ignoram tais conselheiros que são auto-hemoterapia várias técnicas mais que consagradas nos meios médicos?
A conclusão é leviana, pois para a “auto-hemoterapia” que chamam de “propriamente dita”, o próprio CFM já admitia existir: "... Pesquisa sobre autohemotherapy em base de dados MEDLINE/PubMed (National Library of Medicine), em 20 de julho de 2007, indicou 91 publicações de 1950 até a atualidade (ver anexo 1). As mais recentes versam sobre auto-hemoterapia com ozônio, sendo a mais atual a de Biedunkiewicz, Lizakowski, Tylicki et al. (2006). As indicações mais antigas, referentes à auto-hemoterapia 'clássica' ou "propriamente dita", como neste parecer se convencionou chamar, datam de 1950 (Mariotti; Reddick; Fruhauf; Haferkamp; Serane; Rojas), dos quais nem abstracts podem ser obtidos. Há referências leigas obtidas na Web de publicações mais antigas, sem que se possam obtê-las. Essas publicações mais antigas referidas nesses sites datam do início do século XX. No entanto, foram coletadas cinco referências de publicações da década de 1930, via Archives of Medical Research [http://www.sciencedirect.com/ science/journal/01884409]: os artigos, três deles datando de 1935, um de 1934 e um de 1932, se referem ao uso da auto-hemoterapia em estados alérgicos (asma, anafilaxia e urticária). ...".
Não houvesse preguiça e irresponsabilidade dos conselheiros do Cofen antes de editar sua Resolução que atenta contra os brasileiros, eles teriam descoberto o que já foi citado pelo dr. Alex Botsaris sobre a questão do quantitativo e qualitativo de textos médicos sobre a auto-hemoterapia. Diz o médico: "... Não é verdade que essa terapêutica não tenha nenhum fundamento, nem que não haja nenhum trabalho publicado sobre ela na literatura mundial ou nacional, como afirma a SBHH". Que segue: "Na base de dados Pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos." Estas afirmações estão no endereço
A miopia da Anvisa e do CFM, e agora do Cofen, afastou os brasileiros dos benefícios do uso da auto-hemoterapia com orientação dos profissionais de saúde. Milhões estão prejudicados, e os órgãos, irredutíveis, mesmo quando são obrigados a se desdizer, como o CFM, no caso da técnica. Como se lê editorial do seu jornal: "Nota de esclarecimento Em face de falha na redação do artigo "Auto-hemoterapia não tem eficácia comprovada" no Jornal Medicina (XXII, 167, DEZ/2007, p.11), esclarecemos que o procedimento terapêutico denominado "tampão sangüíneo peridural" é cientificamente amparado por relevante literatura médica e remetemos o leitor ao texto que trata dessa matéria no Parecer CFM 12/07." O texto citado acima está na página do editorial do endereço
Ora, Tampão Sanguíneo Peridural é apenas uma das formas, além da auto-hemoterapia clássica a que se refere o dr. Luiz Moura, o grande divulgador da técnica no Brasil.
Ora, sra. Procuradora, os conselheiros do Cofen ao afirmar que “... ão há estudos confiáveis e com força de evidência científica elevada que indiquem ser a auto-hemoterapia propriamente dita um procedimento efetivo e seguro...” ignoram ainda que, além do Tampão Sanguíneo Peridural, existem várias outras técnicas igualmente auto-hemoterapia.
Entre estas, a Ozonioterapia, como se vê em : "As aplicações de ozonioterapia são determinadas por suas propriedades antiinflamatórias, antisépticas, de modulação do estresse oxidativo, da melhora da circulação periférica e da oxigenação..." e, ainda, "... Vias de administração Sistêmicas - Grande Auto-Hemoterapia (Major) - Insuflação Retal - Pequena Auto-Hemoterapia (Minor) - Solução salina ozonizada".
E ainda: "A Ozonioterapia é reconhecida pelo Ministério da Saúde na Alemanha, Itália e em outros 16 países. Cuba conta com 39 Centros Clínicos de Ozonioterapia e na Rússia é utilizada em todos os Hospitais Governamentais.
Atualmente aproximadamente 10.000 médicos utilizam este método na Europa". Em
Outra forma de aplicação da auto-hemoterapia é feita pela Homeopatia. No endereço http://www.escoladehomeopatia.org.br/ lê-se em uma de suas páginas: "Licínio Cardoso (RJ) Em 1923 cria a isopatia sanguínea ou auto-hemoterapia por via "im" ou "ev" "."
Veja depoimento de uma qualificada paciente, profissional de saúde: "Data: 04/07/2008 11:35:51 De: Natália Couto Paes Barreto IP: 200.152.34.94 Assunto: Re: Para o sr. Robert N. Johansson: sobre auto-hemo, homeopatia e Justiça
Sou médica e portadora de uma doença renal crônica (GESF- glomeruloesclerosefocal). Tenho proteinúria de cerca de 2.5 gramas, que só foi reduzida com o uso de corticóides (para 500 mg.). Hoje,não tenho mais indicação de corticoterapia, pelo grau da doença, já mais avançado e a outra droga experimentada (MMF- micofenolato de mofetil) não obteve nenhuma resposta para baixar a minha proteinúria. Daí,a minha médica de acupuntura resolveu tentar o tratamento com o auto-isoterápico de sangue e o resultado foi surpreendente, a minha proteinúria já reduziu para 1.0g (nunca conseguido antes, a não ser com corticoterapia) até a diluição de 30. Atualmente estou usando diluição de 60 e aguardo novos exames para ver como estão as minhas taxas." Depoimento no endereço .
Há, também, o "Plasma Rico em Plaquetas (PRP) que, como se vê na Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, vol.33 no.1 Rio de Janeiro Jan./Feb. 2006, "tem sido bastante estudado na área de odontologia, sendo empregado principalmente em pequenos enxertos ósseos na região alveolar para futuros implantes dentários e em cirurgias periodontais e maxilo-faciais1-5. Sua utilização em medicina ainda é pequena, porém os estudos existentes sobre este produto mostram um grande potencial de melhorar os resultados em diversos procedimentos ortopédicos, neurocirúrgicos e de cirurgia plástica6-12. O PRP é uma concentração autóloga de plaquetas em um pequeno volume de plasma, com a conseqüente presença de fatores de crescimento (FC) liberados por estas plaquetas, além de proteínas osteocondutoras, que também servem de matriz para migração epitelial e formação óssea e de tecido conectivo3,7,13,14. ...". O texto completo está em
Há, ainda, a auto-hemoterapia a partir do método criado pelo dr. Jorge Gonzalez. No site da Associação Mexicana para o Diagnóstico e Tratamento das Doenças Autoimunes, é informado: "Bienvenido
Nuestra asociacion fue fundada y registrada en el ano de 1999 con el objetivo fundamental de, por un lado dar a conocer y aplicar el resultado de las investigaciones que en el campo de la fisiologia celular ha logrado el Dr. Jorge Gonzalez Ramirez , y por el otro lado fomentar el intercambio de experiencias entre los mismos miembros (actualmente aproximadamente 70 en la Republica Mexicana, mas los ubicados en Argentina y España). ...
Ao clicar na barra autohemoterapia lê-se: "AUTOHEMOTERAPIA La referencia en espanol mas remota que describe lo que es la autohemoterapia, se encuentra en la Terapia Biológica de Gaston Lyon en el a&1089;o de 1938. En donde cita: "la autohemoterapia consiste en obtener de una vena cierta cantidad de sangre y reinyectarla inmediatamente en el tejido muscular o subcutâneo. Por la corta duración;n de tiempo que transcurre entre estas dos operaciones, no hay porque preocuparse por una coagulación; n posible de la sangre.
Las dosis de sangre que se inyectan cuando se recurre a la autohemoterapia, varian; an de 2 a 10 c.c., en el lactante de 1 a 2 c.c. No hay ventaja alguna en inyectar dosis mayores, el efecto util se obtiene con las pequenas dosis ya indicadas. Los hallazgos "in vitro" del investigador danйs y premio nobel en 1984 Niels K. Jerne, establecieron, sin querer, bases cientнficas para el desarrollo de la autohemoterapia, al encontrar que en ciertas condiciones el sistema inmune se vuelve contra el cuerpo al que deberнa defender, formando auto-anticuerpos que atacan al propio organismo causando las llamadas enfermedades autoinmunes. Su teorнa de la Red explica cуmo una enfermedad autoinmune puede ser tratada exitosamente con anti-anticuerpos. ..." O endereço do texto é
Como se nota, até em Pediatria pode ser feito o uso seguro da auto-hemoterapia. De se registrar que o dr. Dr. Jorge Gonzalez Ramirez e seus seguidores seguem o seguinte "MÉTODO Para preparar a autovacina, se obtem 5ml de sangue venoso e se coloca em um frasco de 100ml, com somente 50ml de solução salina especial para cultivode tecido dos laboratórios IN Vitro. Uma vez que o sangue é posto no frasco, se agita violentamente de pólo a pólo durante 30 minutos, ao final dos quais se coloca em refrigeração a 4°C. Depois de 24 horas se inicia o tratamento, o frasco deve ser agitado ligeiramente para homogeneizar seu conteúdo.
Uma vez criada a vacina se extrai 1ml da suspensão do frasco com uma seringa de insulina e se aquece ligeiramente. Posteriormente se injeta no paciente subcutaneamente, de preferência em seu abdômen. Essa injeção deverá ser aplicada diariamente durante 1 ano. Em nossa experiência se preparam frascos de autovacina a medida que se dava o tratamento".
A falácia da Anvisa e do CFM, e agora do Cofen, de que não existem estudos científicos sobre auto-hemoterapia caiu por terra há bastante tempo. No dia 30 de outubro de 2008, o Google passa a disponibilizar em , um grande número de livros produzidos em todo o mundo. Os defensores do dr. Luiz Moura - médico aviltado pelo seu conselho de classe por divulgar a técnica - e, da auto-hemoterapia, comemoram.
Afirmam que os detratores do médico e críticos da técnica nunca mais poderão dizer que não há pesquisas sobre a auto-hemoterapia, procedimento tão importante para prevenção da doença e recuperação da saúde de milhões de pessoas em todo o mundo.
Em 09/07/2009, pesquisas sobre a técnica em seis idiomas no novo sistema de busca do Google apontam os seguintes quantitativos de livros médicos: 276 sobre auto-hemoterapia, em português; 643 sobre autohemoterapia, em espanhol; 624 sobre auto-hémothérapie, em francês; 653 sobre autohemotherapy, em inglês; 994 sobre eigenbluttherapie, em alemão; 470 sobre autoemoterapia, em italiano. 3.660 - livros no total .
Ao espancarem a verdade sobre a segurança e eficácia da auto-hemoterapia, a Anvisa, o CFM e o Cofen tripudiam sobre a própria Ciência brasileira. Pois o cientista brasileiro dr. Jésse Teixeira publicou o resultado de suas pesquisas sobre auto-hemoterapia na "Revista Brasil-Cirúrgico Orgão oficial da Sociedade Médico-Cirúrgica do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro Março de 1940 - Volume II. Uma das fontes virtuais do artigo é
Também afrontam a Ciência Mundial. Michael W. Mettenletter relatou suas pesquisas em artigo publicado no "The American Journal of Surgery" (May, 1936 - pág. 321). Fez o trabalho no Pós-Graduate Hospital, de Nova York. Ver no endereço http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_4f2d96z
Aqui citados apenas dois de um sem número de pesquisadores que apontam segurança e eficácia para a técnica. No total, 450 casos de tratamentos com auto-hemoterapia foram pesquisados pelos médicos Jésse Teixeira e Michael W. Mettenletter.
Quantos medicamentos não têm de ser recolhidos pela Anvisa por efeitos colaterais não observados, que causam até mesmo mortes de usuários? E é sabido que muitos laboratórios farmacêuticos compram estudos de segurança e eficácia de seus novos produtos de cientistas inescrupulosos.
Existem só antigos os experimentos antigos sobre a auto-hemoterapia? Não! Se o Cofen aprofundasse suas pesquisas veria que milhares de outros textos médicos, muitos dos quais indexados, confirmariam a eficácia da auto-hemoterapia num sem número de doenças. Mesmo sem contar com a ferramenta do Google.
Descobriria artigos modernos, muito modernos. No endereço o "The Journal of Alternative and Complementary Medicine Successful Treatment of Herpetic Infections by Autohemotherapy
To cite this paper: John H. Olwin, Helen V. Ratajczak, Robert V. House. The Journal of Alternative and Complementary Medicine. June 1, 1997, 3(2): 155-158. doi:10.1089/acm.1997.3.155." Destaco a data do estudo: 1997.
Será que os conselheiros do Cofen ignoram o que até as pessoas comuns descobriram na busca de informações para se defender da ação enviesada da Anvisa e do CFM: graças a internet, todos sabem que 67% das doenças são iatrogênicas. A fonte desta informação mais confiável não podia ser: trata-se da própria Organização Mundial de Saúde (OMS, WHO na sigla em inglês).
Como citado por um internauta: “...Há cerca de 10 anos, a insuspeita WHO (World Health Organization) informava em uma de suas páginas na internet que "67% das doenças atualmente catalogadas são iatrogênicas". Mandei o link para todos os meus amigos médicos com a seguinte observação: "se a medicina é responsável por dois entre cada três males, então ela deixou de ser solução e passou a ser o principal problema." Talvez por achar que essa informação não era importante para o público leigo, ou, possivelmente, por pressão da classe médica, essa página evaporou num belo dia. Desapareceu a informação direta e contundente, mas se você clicar no link abaixo do Google, onde aparece tudo que está relacionado à iatrogenia na WHO, encontra 86900 páginas. Tem muita coisa interessante por lá: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=WHO+%22World+Health+Organization%22+i\ atrogenic&btnG=Pesquisar&meta=...”, diz Paulo Sérgio Pinto.
Em 09/07/2009, no Google: “Resultados 1 - 10 de aproximadamente 360.000 para iatrogenic diseases”.
Na Wikipédia: “Iatrogenia refere-se a um estado de doença, efeitos adversos ou complicações causadas por ou resultantes do tratamento médico. ...”
Só nos Estados Unidos da América, as doenças iatrogênicas matam 786.000 pessoas por ano. Ignoram os enfermeiros do Cofen o que já denunciou amplamente o médico Mark Sircus, diretor da Associação Internacional Medical Veritas (International Medical Veritas Association - IMVA), “fundada por um grupo de especialistas da área médica, que tem por objetivo corrigir as graves atrocidades que ocorrem atualmente na medicina moderna” denuncia que, só nos Estados Unidos da América: “...Ao invés de servir aos interesses daqueles que nela confiam a sua saúde, a instituição médica tem se tornado um disseminador de mortes legalmente sancionado. Dra. Barbara Starfield estima que há aproximadamente 250.000 mortes evitáveis ocorrendo nas mãos de médicos a cada ano, enquanto Dr. Gary Null e seus colegas estimam que este número é muito mais alto - 786.000 nos Estados Unidos apenas. Esses números foram publicados em jornais científicos de reputação, mas eles não contam a tragédia dos bebês encontrados mortos em seus berços, ou de outros cujos pais foram acusados de suas mortes - eventos que, sob uma inspeção mais cuidadosa, provaram ter sido causados por vacinas. Essas estimativas também não refletem a abominável situação onde as vacinas estão sendo forçadas a crianças prematuras, doentes ou mal nutridas, que já apresentam o sistema imunológico comprometido...”. O texto pode ser lido no endereço http://www.umanovaera.com/Fraudes_Medicas/IMVA.htm
As manifestações da Anvisa e do CFM vão ao extremo ao impedir novas pesquisas médicas sobre auto-hemoterapia. A Nota Técnica da Anvisa e do CFM teve efeito devastador, até sobre as pesquisas cientificas, como as realizadas pelo médico dr. João Veiga, médico cirurgião e secretário da Saúde de Olinda, que foram paralisadas.
Agora, o Cofen, lança a pá de cal: se a Anvisa diz que os brasileiros não podem usar a auto-hemoterapia; o CFM impede os médicos de prescrever a técnica; e, o Cofen impede que os enfermeiros a apliquem, como se realizará pesquisas sobre sua eficácia e segurança no Brasil?
Tais órgãos públicos jogarão todas as descobertas no lixo para começar pesquisas com animais? Tal procedimento é o que se visualiza com tais proibições malsinadas. Ganham os laboratórios farmacêuticos, principalmente os transnacionais, mais ricos, em detrimento de todos os brasileiros ameaçados diariamente por um sem número de agentes que provocam doenças e, agora, pelo vírus da Influenza. Este e todos os vírus, bactérias, fungos e parasitas, além de outros agentes patogênicos, são passíveis de prevenção e cura pela auto-hemoterapia, como afirma a cientista Telma Giovanini, entre outros.
Isto posto, para não alongar mais, o cidadão autor desta denúncia, identificado no recurso PR-ES, protocolo de nº 2008.027700, de 09/12/2008, encaminhado a esta Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, requer em relação ao Cofen as mesmas medidas solicitadas em relação à Anvisa e ao CFM. Em síntese: que suas decisões sobre a auto-hemoterapia sejam denunciadas por esta Procuradoria à Justiça, para que os brasileiros possam se valer da técnica para tratar as doenças que os afligem, recuperando a saúde.
Ubervalter Coimbra
* Ubervalter Coimbra é jornalista, e mora no Espírito Santo. Endereço eletrônico
Veja as citações feitas pela pesquisadora Telma Giovani, citadas
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É de se perguntar: então não há pesquisa científica sobre os ótimos resultados da aplicação da auto-hemoterapia na prevenção e cura das doenças como, mentirosamente, afirma o Cofen, a Anvisa e o CFM?
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Ubervalter Coimbra 58 anos - Vitória - ES |
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